Gestão de Tráfego Pago

Campanhas de lançamento para infoprodutos

Num lançamento a verba inteira é gasta em poucas semanas e a venda acontece em poucos dias. Isso muda tudo: não há tempo para aprender com o erro, e o que salva é o que foi decidido antes de ligar a campanha.

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Como funciona o tráfego pago em um lançamento digital?

O tráfego pago num lançamento tem duas funções separadas no tempo. Antes da abertura, ele capta pessoas para uma lista ou um evento, transformando verba em audiência qualificada. Durante a janela de vendas, ele volta para essa mesma audiência com anúncios de urgência e de objeção, e não busca gente nova. A diferença para uma campanha comum é a concentração: em vez de otimizar ao longo de meses, tudo acontece em uma janela de semanas, com a venda concentrada em poucos dias. Por isso o tráfego decide a escala do lançamento, mas não decide o resultado, que depende da oferta e do conteúdo apresentados no meio do caminho.

Onde a verba entra
Captação antes, remarketing durante, quase nada depois
Duração típica
Semanas de captação para poucos dias de venda
O que o tráfego não resolve
Oferta, preço, conteúdo e entrega
Métrica que decide
Taxa de comparecimento, não custo por lead

O que muda quando a venda acontece em uma janela

Numa campanha comum existe um mês seguinte. Um criativo que não funcionou é trocado, um público caro é pausado, e o aprendizado do mês passado melhora o próximo. Num lançamento esse mecanismo desaparece. A verba é concentrada em poucas semanas, a venda acontece em poucos dias e o erro descoberto no meio do caminho raramente tem tempo de ser corrigido dentro da mesma janela.

A consequência prática é que a qualidade de um lançamento é decidida antes de a campanha subir. Rastreamento configurado e testado, públicos já construídos, criativos aprovados e páginas funcionando são pré-requisitos, não tarefas do primeiro dia. Descobrir na véspera da abertura que o evento de compra não estava sendo registrado significa atravessar a janela inteira sem saber o que está funcionando.

Existe ainda um efeito de calendário que quase ninguém considera. Datas comerciais fortes, feriados prolongados e períodos de alta concorrência encarecem o alcance justamente onde não há flexibilidade para esperar passar. Num modelo contínuo isso é ruído, num lançamento é risco de caixa.

  • Não existe segundo mês para corrigir o que deu errado
  • A medição precisa estar testada antes da captação começar
  • Criativo reprovado na véspera custa a janela inteira, não um dia
  • Calendário e concorrência sazonal pesam mais do que em campanha contínua

As fases de um lançamento e onde a verba entra

Lançamentos variam bastante de formato, mas a estrutura de mídia por trás deles é bastante estável. O que muda de um método para outro é o conteúdo entregue no meio, não a lógica de onde o dinheiro entra e sai.

A distribuição de verba entre as fases é a decisão mais importante do plano, e a mais errada na prática. A tentação é gastar quase tudo na captação, porque é ali que os números crescem rápido e ficam visíveis. Só que audiência captada sem reserva para reengajar no dia da abertura vira lista morta, e o custo por lead bonito não se converte em venda nenhuma.

A reserva para a janela de vendas também costuma ser subestimada. É o período mais curto e o mais caro por resultado, porque a mídia ali disputa atenção com urgência real e com prazo. Chegar na abertura sem verba é como montar uma vitrine e fechar a loja.

Fases de um lançamento e o papel da mídia em cada uma

A nomenclatura muda conforme o método adotado, mas o papel da mídia em cada momento é o mesmo.

FaseO que aconteceO que a mídia faz
Pré-captaçãoDefinição da oferta, das páginas e do rastreamentoNenhuma verba ainda, mas é aqui que a medição precisa ficar pronta
CaptaçãoInscrição na lista, no grupo ou no eventoA maior parte do investimento, buscando público novo com custo controlado
AquecimentoConteúdo entregue para quem se inscreveuVerba menor, focada em fazer o inscrito consumir e voltar
Evento ou sequência de aulasEntrega principal antes da ofertaAnúncio de lembrete para elevar comparecimento, o número que mais move a venda
Janela de vendasOferta aberta por prazo determinadoReserva significativa, só para quem já está na base, com mensagem de objeção e prazo
Pós-fechamentoEncerramento e reaproveitamento da basePouca ou nenhuma verba, mas as listas ficam para o próximo ciclo

Guardar uma parte relevante do orçamento para a janela de vendas é o ajuste que mais separa lançamento que fecha de lançamento que só gerou lista.

Lançamento em janela ou modelo perpétuo

Existem dois modelos e a escolha entre eles muda completamente a operação de mídia. No lançamento em janela, a oferta abre e fecha em datas definidas, e a escassez de prazo é parte do mecanismo de venda. No modelo perpétuo, o funil fica sempre aberto, cada pessoa entra no próprio ritmo e a aquisição é contínua.

O modelo em janela concentra caixa e cria um pico de faturamento, o que é útil para quem precisa de fôlego financeiro em momentos específicos ou para quem tem turma com data de início. O custo disso é a montanha-russa: meses sem receita seguidos de dias intensos, com toda a operação parada em função de uma data.

O perpétuo troca o pico pela previsibilidade. A receita fica mais estável, a otimização volta a ter mês seguinte e o custo de aquisição pode ser melhorado com calma. Em compensação, o mecanismo de urgência é mais fraco, a conversão por pessoa costuma ser menor e o funil precisa de manutenção constante de criativo, porque roda o ano inteiro para o mesmo público.

Na prática, muitos negócios acabam combinando os dois: um funil perpétuo sustentando a base e a operação, com uma ou duas janelas por ano para concentrar caixa e renovar turma. É a configuração mais trabalhosa, mas resolve os dois problemas.

Lançamento em janela e modelo perpétuo lado a lado

CritérioLançamento em janelaModelo perpétuo
Comportamento da receitaPicos concentrados, meses sem faturamento entre elesFluxo mais estável ao longo do ano
Urgência disponívelForte, o prazo de fechamento é realFraca, exige mecanismos artificiais que a audiência reconhece
Espaço para otimizarQuase nenhum, a janela acaba antes do aprendizadoContínuo, cada semana melhora a seguinte
Exigência de audiênciaAlta, precisa de volume concentrado na mesma dataMenor, o volume se distribui ao longo do tempo
Desgaste de criativoConcentrado, mas curtoConstante, exige renovação o ano inteiro
Carga sobre a operaçãoToda a equipe parada em função de uma dataRotina diluída, mas que nunca termina

Quem está começando e ainda não tem audiência costuma sofrer mais no modelo em janela, porque ele exige juntar muita gente ao mesmo tempo.

Ninguém busca pelo seu curso

Há uma característica do infoproduto que define a estratégia inteira: praticamente não existe demanda de busca pelo produto. Ninguém acorda pesquisando o nome de uma formação que ainda não conhece, e o volume de busca por um método específico é quase sempre próximo de zero antes de a marca existir.

Isso significa que a audiência de um lançamento precisa ser criada, não capturada. A pessoa não estava procurando, ela foi encontrada enquanto fazia outra coisa, e o anúncio precisa interromper e interessar em poucos segundos. Por isso lançamento é operação de geração de demanda, com peso muito maior em plataformas de feed e vídeo.

A busca não fica de fora, mas ocupa um papel diferente e limitado. Existe demanda real por termos de problema, do tipo como fazer alguma coisa ou como resolver determinada situação, e existe demanda por marca depois que o lançamento começa a circular. Esse segundo caso é importante e frequentemente ignorado: quem vê o anúncio muitas vezes pesquisa o nome do produtor antes de se inscrever, e se o que aparece nessa busca for um concorrente ou nada, a captação paga por uma pessoa que se perde no caminho.

A leitura prática é simples. Trate a busca como defesa da marca e captura de intenção de problema, e a geração de demanda como o motor da captação.

O lead barato que não aparece na aula

Custo por lead é a métrica mais celebrada e a mais enganosa de um lançamento. É fácil derrubar esse número: basta prometer algo genérico o suficiente, remover qualquer atrito da inscrição e mirar um público amplo. O resultado é uma lista grande, barata e vazia.

O número que revela a verdade é a taxa de comparecimento. De cada cem inscritos, quantos efetivamente aparecem na aula, entram no grupo ou consomem o conteúdo. Quem não comparece praticamente não compra, então lead que não aparece não é lead, é custo. Uma lista menor com comparecimento alto vale mais do que uma lista grande que ninguém abre.

A causa mais comum de comparecimento baixo é desalinhamento entre o anúncio e o conteúdo. Quando a promessa do anúncio é mais ampla do que a aula entrega, a pessoa se inscreve por curiosidade e some. Quando o anúncio já fala com quem tem o problema específico, o custo por lead sobe e o comparecimento sobe junto, que é a troca certa.

Vale também olhar de onde vem cada parte da lista. Nem todo público converte igual, e é comum um público responsável por metade das inscrições ter metade do comparecimento de outro. Sem essa separação, a média esconde o que deveria ser cortado.

  • Anúncio específico custa mais por lead e entrega mais comparecimento
  • Comparecimento medido por público, não só no total
  • Lembrete pago nos dias do evento é das melhores aplicações de verba
  • Lista grande com comparecimento baixo é custo, não patrimônio

A janela de carrinho comprime tudo

Durante a janela de vendas a lógica da mídia se inverte. A campanha deixa de buscar gente nova e passa a falar quase exclusivamente com quem já está na base, porque não há tempo para alguém conhecer, confiar e comprar dentro de poucos dias.

Essa compressão muda parâmetros que em campanha contínua seriam considerados excessivos. A frequência sobe deliberadamente, já que a mensagem precisa alcançar a mesma pessoa várias vezes num intervalo curto, e o incômodo de ser impactado demais importa menos do que a venda perdida por não ter sido lembrado. É uma escolha consciente, com data para acabar, e não um descuido.

A exclusão de quem já comprou passa a ser urgente em vez de recomendável. Numa campanha contínua, continuar anunciando para um comprador desperdiça verba. Numa janela de lançamento, isso desperdiça verba e ainda irrita justamente quem acabou de pagar, num momento em que ele está avaliando se fez a escolha certa. A lista de compradores precisa alimentar a exclusão em tempo curto, e não no fim do dia seguinte.

A mensagem também muda por dia da janela. Nos primeiros dias o papel é avisar que abriu e reforçar a oferta. No meio, o papel é responder objeção, que é o que efetivamente trava a compra. Nas últimas horas, o papel é lembrar do prazo. Rodar o mesmo anúncio do primeiro ao último dia desperdiça a parte mais cara do calendário.

O que é do tráfego e o que é da oferta

Vale ser explícito sobre a divisão de trabalho, porque esse mercado costuma embaralhar tudo sob o mesmo nome e o cliente acaba achando que contratou algo que não contratou.

A mídia é responsável por levar as pessoas certas até o conteúdo, no volume combinado e ao custo combinado, e por medir corretamente o que acontece depois. Isso inclui estrutura de campanha, públicos, rastreamento, controle de frequência, exclusões e leitura de dados por fase.

A oferta não é responsabilidade da mídia. Preço, promessa, bônus, garantia, roteiro das aulas, copy da página de vendas e qualidade do que é entregue determinam a conversão, e nenhuma verba conserta um problema em qualquer um deles. Quando a página converte mal, aumentar investimento só faz o prejuízo chegar mais rápido.

A Axcali opera a mídia e a medição, e trabalha ao lado de quem conduz o método, a copy e a oferta, seja o próprio produtor ou o estrategista dele. Preferimos deixar isso claro antes de começar, porque projeto em que ninguém assume a oferta é projeto que termina com a mídia levando a culpa por um problema que não era dela.

  • Da mídia: público, estrutura de campanha, rastreamento, frequência e leitura
  • Da oferta: preço, promessa, garantia, roteiro, copy e entrega
  • Verba não conserta oferta ruim, apenas acelera o prejuízo
  • Antes de escalar, confirme que a página já converte o tráfego que recebe

Por que a fórmula genérica rende menos do que rendia

Vale dizer sem rodeio, porque é o que mais aparece na conversa com quem já tentou. A estrutura padrão de lançamento circulou tanto nos últimos anos que boa parte do público brasileiro já reconhece o roteiro antes de ele terminar.

Quando alguém identifica que a aula gratuita é o degrau anterior à oferta, o efeito de surpresa desaparece e a atenção cai. O mesmo vale para gatilhos usados de forma mecânica: contagem regressiva que reinicia, vaga limitada que nunca acaba e depoimento genérico já foram vistos tantas vezes que passaram a funcionar como sinal de alerta em vez de argumento.

Some a isso o custo de alcance, que subiu de forma consistente, e a matemática fica menos generosa do que era há alguns anos. O mesmo investimento compra menos atenção, e a atenção comprada é mais difícil de manter.

Nada disso significa que lançamento parou de funcionar. Significa que a diferenciação saiu da estrutura e voltou para o conteúdo. O que sustenta resultado hoje é ter algo específico a dizer, para um público definido, com prova real de que funciona. Quem tem isso, se beneficia da estrutura. Quem não tem, descobre que a estrutura sozinha não sustenta mais nada.

Promessa de renda e a política das plataformas

Este é o risco operacional mais subestimado do setor, e ele não é sobre desempenho, é sobre continuar com a conta no ar. As plataformas de anúncio tratam ganho financeiro como categoria sensível, e restringem tanto a promessa de resultado econômico quanto a alegação sobre a situação pessoal de quem está vendo o anúncio.

Na prática, isso alcança o vocabulário mais comum do mercado de infoprodutos. Prometer faturamento em prazo determinado, garantir retorno sobre o valor do curso, sugerir que a pessoa está endividada ou desempregada, ou usar o próprio ganho como argumento principal, são construções que costumam ser reprovadas. E a reprovação repetida não fica sem consequência: acumula restrição sobre a conta e, em casos persistentes, leva a bloqueio.

Perder a conta de anúncios no meio de um lançamento é um cenário do qual não há recuperação dentro da janela. Por isso a revisão do que pode ser dito acontece antes da produção do criativo, e não depois da primeira reprovação. Sai muito mais barato reescrever uma promessa do que reconstruir um ativo de anúncios.

A alternativa que funciona é falar de processo e de método em vez de resultado financeiro, e usar prova concreta de experiência no lugar de projeção. Além de reduzir o risco de reprovação, costuma ser mais convincente para um público que já aprendeu a desconfiar de número grande em anúncio.

Isso é orientação prática, não parecer jurídico, e as políticas são revisadas com frequência. Confirme a regra vigente antes de subir campanha.

  • Evitar promessa de faturamento com valor ou prazo determinados
  • Evitar afirmar a situação pessoal de quem vê o anúncio
  • Revisar o texto antes da produção do criativo, não depois da reprovação
  • Manter um ativo de anúncios reserva não substitui adequar a mensagem

Escalar verba no meio da janela é o erro mais caro

Quando a captação vai bem, o impulso natural é aumentar o investimento imediatamente para aproveitar o momento. É compreensível e costuma sair caro.

Aumentos bruscos de orçamento fazem a campanha voltar a uma fase de instabilidade, em que ela precisa reaprender a distribuir os anúncios. Durante esse período o custo por resultado sobe e o desempenho oscila. Numa campanha contínua isso é um contratempo de alguns dias; numa janela de lançamento, esses mesmos dias podem ser uma fração relevante de todo o período de captação.

Há ainda o efeito de saturação. Um público que responde bem a um determinado volume diário não responde proporcionalmente ao dobro. Ao forçar entrega além do que aquele público comporta, a plataforma passa a alcançar pessoas cada vez menos parecidas com as que estavam convertendo, e o custo sobe sem que nada tenha sido feito de errado.

O caminho mais seguro é planejar a curva de investimento antes de começar, com aumentos graduais previstos no calendário, e abrir público novo em campanha separada em vez de empurrar mais verba na que já está funcionando.

Como medir um lançamento sem se enganar

A medição de lançamento tem uma armadilha própria: o resultado final chega tarde demais para ser útil. Saber ao fim da janela que o retorno ficou abaixo do esperado não permite corrigir nada. O que serve é medir por fase, com um número que responda uma pergunta específica em cada momento.

Cada fase tem um indicador que decide se vale continuar. Na captação, o custo por inscrito somado ao ritmo de crescimento da lista. No aquecimento, o consumo do conteúdo entregue. No evento, a taxa de comparecimento. Na janela de vendas, a conversão sobre a base e o retorno acumulado dia a dia. Olhar só o total no fim é observar o resultado sem poder influenciá-lo.

Vale desconfiar de dois números que costumam enganar. O primeiro é o tamanho da lista, que impressiona e não diz nada sobre qualidade. O segundo é o retorno medido apenas pela plataforma de anúncios, que atribui a si mesma vendas que vieram por outros caminhos e ignora as que aconteceram fora do rastreamento. Comparar o que a plataforma reporta com o que o sistema de pagamento registrou, no mesmo período, dá uma leitura muito mais confiável.

Por fim, o registro do lançamento vale para o próximo. Custo por inscrito por público, taxa de comparecimento por origem e conversão por dia da janela são a base de planejamento do ciclo seguinte, e são a única forma de o segundo lançamento começar mais informado que o primeiro.

  • Captação: custo por inscrito e ritmo de crescimento da lista
  • Aquecimento: quantos de fato consomem o que foi entregue
  • Evento: taxa de comparecimento, por público de origem
  • Janela: conversão sobre a base e retorno acumulado por dia
  • Sempre conferir o número da plataforma contra o do sistema de pagamento

Como a Axcali cuida da mídia de um lançamento

O recorte abaixo é o da mídia e da medição. O método, o roteiro e a oferta ficam com quem conduz o lançamento, e trabalhamos junto com essa pessoa.

  1. Medição pronta antes da primeira verba

    Configuramos e testamos os eventos de inscrição, comparecimento e compra antes de qualquer anúncio subir. Numa janela curta, descobrir depois que o rastreamento falhou significa atravessar o lançamento sem enxergar.

  2. Revisão do que pode ser anunciado

    Passamos o texto pela política das plataformas antes da produção do criativo, procurando promessa de ganho e afirmação sobre a situação pessoal do público. Reprovação em série custa a conta, e a conta não volta dentro da janela.

  3. Plano de verba por fase

    Definimos antes quanto vai para captação e quanto fica reservado para a janela de vendas, com a curva de aumento já prevista no calendário. Isso evita o aumento brusco no meio do caminho, que encarece justamente quando não há tempo de recuperar.

  4. Captação com leitura por público

    Separamos as origens desde o início para conseguir comparar comparecimento, e não só custo por inscrito. Público barato com comparecimento baixo é cortado enquanto ainda dá tempo.

  5. Lembrete e reengajamento no evento

    Reservamos mídia para elevar comparecimento nos dias do evento, que é onde a verba costuma render mais e onde o lançamento é ganho ou perdido antes mesmo da oferta abrir.

  6. Janela de vendas com exclusão em tempo curto

    Na abertura, viramos a campanha para a base, subimos a frequência de forma deliberada e mantemos a lista de compradores atualizada para não anunciar para quem acabou de pagar.

  7. Fechamento e registro para o próximo ciclo

    Conferimos o que a plataforma reportou contra o que o sistema de pagamento registrou e guardamos os números por fase e por público. É o que faz o lançamento seguinte começar mais informado.

Página de vendas de infoproduto

Neste projeto a Axcali fez a página de vendas de três formações online, não a campanha. Ele entra aqui como exemplo de estrutura de oferta, e por isso aparece sem número de mídia.

Produtores e especialistas em São Paulo

Lançamento digital é o serviço menos local de todo o portfólio: o produto é entregue pela internet, o comprador pode estar em qualquer estado e a segmentação por bairro não faz sentido nenhum aqui. Seria fácil forçar um recorte geográfico nesta página, mas ele não descreveria o trabalho.

O que existe de local é outra coisa. São Paulo concentra uma quantidade enorme de especialistas com experiência real de mercado, profissionais liberais, consultores e técnicos que passaram anos resolvendo um problema específico e agora querem transformar isso em formação. É esse perfil que costuma ter o ingrediente que falta no mercado de infoprodutos, que é conteúdo com lastro, e é com ele que preferimos trabalhar.

Também vale dizer que audiência nacional não significa segmentação indiferente. Custo de alcance, comportamento de consumo e horário de maior atenção variam bastante entre regiões, e olhar isso separadamente durante a captação costuma revelar diferenças que a média nacional esconde.

A Axcali fica em São Paulo, atende presencialmente quem é daqui e trabalha de forma remota com produtores de todo o Brasil.

  • São Paulo capital
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  • Interior de São Paulo
  • Todo o Brasil, remoto

Perguntas frequentes

O que produtores e especialistas mais perguntam antes de investir em um lançamento.

Quanta verba um lançamento precisa?

Não existe um valor de partida universal, porque ele depende do tamanho da lista que o seu evento precisa ter e do custo por inscrito no seu nicho. O caminho é inverter a conta: defina quantas vendas precisa, estime a conversão sobre a base para chegar ao tamanho de lista necessário, e multiplique pelo custo por inscrito que a sua primeira captação mostrar. O erro mais comum não é começar com pouco, é gastar tudo na captação e chegar sem reserva na janela de vendas.

Com quanto tempo de antecedência a captação deve começar?

O suficiente para juntar a lista sem precisar acelerar no fim, o que costuma significar algumas semanas antes do evento. Captação apertada obriga a aumentar verba rapidamente, e aumento brusco desestabiliza a campanha justamente quando não há tempo para ela reaprender. Além disso, o rastreamento precisa estar testado antes do primeiro anúncio, e essa etapa quase sempre demora mais do que o previsto.

Dá para fazer lançamento sem ter audiência nenhuma?

Dá, mas é o cenário mais caro possível, porque a lista inteira precisa ser comprada com mídia e ninguém chega conhecendo você. Se é o seu caso, considere começar por um modelo perpétuo ou por uma venda mais direta, construindo audiência ao longo do caminho, e deixe o lançamento em janela para quando já houver base. Isso não é impedimento, é ordem: quem tenta o formato mais exigente primeiro costuma concluir que o modelo não funciona, quando o problema era o ponto de partida.

Por que meus inscritos não aparecem na aula ao vivo?

Quase sempre porque o anúncio prometeu algo mais amplo do que a aula entrega, então a pessoa se inscreveu por curiosidade e não por interesse real no assunto. Anúncio mais específico eleva o custo por inscrito e eleva o comparecimento junto, que é a troca certa. Ajuda também reservar mídia de lembrete nos dias do evento, que costuma ser uma das aplicações de verba com melhor retorno de todo o lançamento.

Meu anúncio foi reprovado por promessa de renda. O que fazer?

Reescreva a mensagem em vez de tentar publicar de novo com pequenas alterações, porque reprovação repetida acumula restrição sobre a conta e pode levar a bloqueio no meio da janela. O caminho que passa é falar de processo, método e experiência em vez de resultado financeiro, e evitar qualquer afirmação sobre a situação pessoal de quem vê o anúncio. Como as políticas mudam com frequência, vale conferir a regra vigente antes de reenviar.

Vale a pena manter anúncio rodando durante o carrinho aberto?

Vale, e é onde muita gente economiza no lugar errado. Durante a janela a campanha não busca gente nova, ela volta para quem já está na base com mensagem de objeção e de prazo. Chegar na abertura sem verba reservada é montar a vitrine e fechar a loja. O cuidado essencial é manter a lista de compradores atualizada para não continuar anunciando para quem acabou de pagar.

Preciso de e-mail ou o WhatsApp resolve sozinho?

Os dois canais fazem coisas diferentes e não competem. O WhatsApp tem taxa de leitura muito maior e é insubstituível para lembrete de evento e aviso de fechamento. O e-mail sustenta mensagem mais longa, aguenta objeção com mais profundidade e é um ativo que você controla, enquanto o número pode ser restringido por uso intenso. Quem depende só de um dos dois fica exposto no momento em que mais precisa de alcance.

O que fazer com quem entrou na lista e não comprou?

Essa base é o ativo mais subestimado de um lançamento e costuma ser abandonada assim que o carrinho fecha. Ela já demonstrou interesse no tema, já consumiu conteúdo seu e não precisa ser comprada de novo. Serve para nutrição contínua até o próximo ciclo, para uma oferta de entrada mais acessível e como origem de públicos semelhantes na captação seguinte, o que costuma reduzir o custo por inscrito do lançamento seguinte.

Lançamento em janela ou perpétuo: por onde começar?

Se você ainda não tem audiência, comece pelo perpétuo, porque ele não exige juntar muita gente na mesma data e devolve aprendizado toda semana. Se já tem base e precisa concentrar caixa ou tem turma com data de início, o modelo em janela faz mais sentido. A configuração mais robusta combina os dois, com um funil contínuo sustentando a operação e uma ou duas janelas por ano, mas ela exige estrutura para manter as duas coisas de pé.

Quem escreve as aulas e a oferta, vocês ou eu?

A oferta, o roteiro e a copy são de quem conduz o lançamento, seja você ou o estrategista que trabalha com você. A Axcali cuida da mídia e da medição: estrutura de campanha, públicos, rastreamento, controle de frequência, exclusões e leitura por fase. Preferimos deixar isso claro no começo porque nenhuma verba conserta oferta que não converte, e projeto em que ninguém assume essa parte termina com a mídia sendo responsabilizada por um problema que não é dela.

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