E-commerce

Criação de loja virtual na Tray

Ela abre mais personalização e comporta catálogo maior. A troca é uma operação com mais peças, que exige alguém disposto a mexer.

Falar com um especialista

Qual a diferença entre a Tray e outras plataformas de loja?

A Tray é uma plataforma brasileira voltada para lojas que já vendem ou que pretendem crescer o catálogo, e a diferença mais sentida no dia a dia é o grau de abertura: ela permite mexer mais na loja do que plataformas focadas em simplicidade, e comporta catálogos maiores com mais naturalidade. A contrapartida é que ela tem mais peças para configurar, e alguém precisa querer mexer nelas. Para loja pequena, com poucas dezenas de produtos e ninguém com tempo para o painel, essa abertura vira custo em vez de vantagem. As condições comerciais variam por plano e mudam com o tempo, então vale conferir as vigentes antes de decidir.

Serve melhor para
Loja que já vende ou vai crescer catálogo
A vantagem sentida
Mais abertura para personalizar
A contrapartida
Mais peças para configurar e manter
Nossa bagagem
A loja que entregamos é Nuvemshop

Para quem a Tray costuma compensar

O recorte aqui é diferente do de uma plataforma feita para simplicidade, e entender isso evita escolher pelo motivo errado.

Ela costuma compensar para quem já vende. Loja que saiu da fase de validação, tem giro conhecido, catálogo em crescimento e alguém cuidando da operação encontra ali espaço para crescer sem esbarrar tão cedo em limite de plataforma.

Compensa também para quem quer mexer. Se existe do lado de dentro alguém que gosta de configurar, testar e ajustar, a abertura maior vira ganho real. Se não existe, essa mesma abertura vira um painel com muitas opções que ninguém usa, e aí uma plataforma mais fechada entregaria o mesmo resultado com menos esforço.

E compensa para quem vende em mais de um canal. A operação que trabalha com marketplace além da loja própria costuma encontrar ali um caminho mais natural, ainda que esse tipo de integração fique fora do que nós entregamos, o que está dito adiante.

Onde ela raramente compensa é na loja que está começando, com poucas dezenas de itens, uma pessoa acumulando funções e nenhuma pressa de crescer catálogo. Nesse cenário, quanto menos decisões a ferramenta exigir, melhor.

  • Loja que já vende e tem catálogo em crescimento
  • Alguém do lado de dentro disposto a configurar e ajustar
  • Operação que já vende em mais de um canal
  • Raramente compensa para loja iniciante com poucas dezenas de itens

Onde ela difere da Nuvemshop na prática

A comparação honesta não tem vencedor, tem troca. As duas são brasileiras, resolvem o essencial de comércio e cobram por isso um tipo diferente de esforço.

A diferença que mais se sente é de abertura contra simplicidade. Uma prioriza que qualquer pessoa opere sozinha, com poucas decisões e um painel enxuto. A outra prioriza que a loja possa ser moldada, com mais controle e, na mesma medida, mais coisa para entender.

Isso se reflete em quase tudo: no tema, no que dá para mudar sem programar, na quantidade de configuração antes de a loja subir e no tempo que alguém precisa dedicar por semana. Nenhuma dessas escolhas é defeito, e as duas foram feitas de propósito.

A tabela compara pelo que se sente no dia a dia, e não por lista de recursos, que é o tipo de comparação que envelhece rápido e não ajuda a decidir.

A troca entre as duas, pelo que se sente

Generalização útil para decidir, e não regra fixa. Condições comerciais e limites de plano mudam com o tempo, então confira os vigentes.

FrentePlataforma mais fechadaPlataforma mais aberta
Primeira montagemPoucas decisões, loja no ar mais rápidoMais configuração antes de subir
PersonalizaçãoFácil dentro do tema, cara fora deleMais espaço para moldar, com mais responsabilidade
Catálogo grandeAperta conforme cresceComporta com mais naturalidade
Quem operaAlguém sem experiência dá contaRende melhor com alguém que goste de mexer
Venda em vários canaisDepende mais de solução de terceiroCaminho mais natural, ainda que fora do nosso escopo
Custo de manterPrevisível e enxutoVaria com plano e volume, e muda com o tempo

A última linha é a que mais muda: planos, faixas e condições são revistos pelas plataformas periodicamente, e por isso não publicamos número aqui.

O que muda no dia a dia de quem opera

A escolha de plataforma parece uma decisão de projeto e é, na verdade, uma decisão sobre a rotina de alguém pelos próximos anos.

Cadastrar produto, ajustar preço, conferir pedido, emitir etiqueta e responder cliente são tarefas diárias, e o painel onde elas acontecem determina quanto tempo cada uma leva. Uma diferença de dois minutos por produto, multiplicada por um catálogo que cresce toda semana, vira horas por mês.

Painel com mais opções tem duas caras. Para quem sabe o que procura, ele encurta caminho, porque a configuração desejada existe. Para quem não sabe, ele alonga tudo, porque cada tarefa simples passa por telas com decisões que a pessoa não sabe se precisa tomar.

É por isso que a pergunta que fazemos antes de recomendar plataforma não é sobre recurso, e sim sobre gente: quem vai operar isso, quanto tempo por semana, e essa pessoa gosta de mexer em sistema ou tolera mexer em sistema? A resposta muda a recomendação mais do que qualquer comparativo de funcionalidades.

Quando não existe ninguém com esse perfil e nem intenção de contratar, a plataforma mais simples costuma entregar mais resultado, mesmo tendo menos recursos no papel.

Frete, pagamento e o que é nativo

As decisões comerciais de frete e de parcelamento estão na nossa página geral de loja virtual, porque valem para qualquer plataforma. Aqui interessa o que é nativo e o que não é.

O essencial vem resolvido: cálculo de frete no padrão brasileiro, regras por faixa de valor e por região, e meios de pagamento integrados cobrindo cartão, pix e boleto. Nada disso precisa ser construído, e é justamente o que torna plataforma melhor que desenvolvimento próprio para comércio.

A dependência de cadastro correto é a mesma de qualquer lugar: peso e dimensão de cada produto alimentam o cálculo, e item cadastrado com medida chutada gera cobrança errada. É o erro que mais silenciosamente corrói margem, porque aparece só no fechamento do mês.

A plataforma tem caminhos mais fortes para quem vende também em marketplace, e é honesto separar duas coisas: isso é característica dela, e não é serviço nosso. Nosso escopo cobre frete e pagamento nativos. Integração com marketplace, com sistema de gestão ou com controle de estoque externo fica fora, e quando o caso pede, apontamos para quem faz.

Vale a ressalva de sempre sobre condições: o que cada plano inclui muda, e a decisão precisa ser tomada olhando as regras vigentes no momento da contratação, e não o que estava valendo quando alguém escreveu um artigo.

  • Cálculo de frete e meios de pagamento vêm resolvidos
  • Peso e dimensão errados no cadastro geram cobrança errada
  • Marketplace é característica da plataforma, e não serviço nosso
  • Condições de plano mudam: confira as vigentes antes de decidir

Personalização e o limite que existe de qualquer jeito

A abertura maior é o argumento mais usado a favor dessa plataforma, e ela merece ser entendida com precisão, porque limite existe em toda parte.

O ganho concreto é poder mudar o que uma plataforma mais fechada não deixaria: estrutura de página, comportamento de listagem, blocos próprios, detalhes de apresentação de produto. Para loja com identidade forte ou com uma forma específica de vender, isso deixa de ser capricho e passa a ser necessidade.

O custo aparece depois. Cada personalização é uma coisa a mais para manter, e ela precisa continuar funcionando quando a plataforma atualizar. Loja muito customizada fica dependente de quem sabe manter aquilo, e essa dependência é real mesmo quando o código é aberto para você.

Existe também um limite que a abertura não remove. O checkout e o núcleo de compra continuam sendo da plataforma, e é assim em qualquer solução hospedada. Quem precisa mudar profundamente o fluxo de compra está pedindo outra categoria de projeto, com outro custo.

A recomendação prática é a mesma que damos para site: personalizar o que muda venda e resistir ao resto. Foto boa, ficha bem escrita e caminho curto até o carrinho rendem mais que qualquer detalhe visual que o cliente não nota.

Nossa bagagem aqui, sem inventar

Vale ser direto, porque a alternativa seria sugerir um histórico que não existe.

A Axcali trabalha com essa plataforma como serviço oferecido, e a única loja de e-commerce que montamos até hoje foi na Nuvemshop, para a Anna Utilidades, e ela ainda nem foi ao ar, porque falta o cadastro dos produtos. Não temos loja Tray entregue, e dizer o contrário seria mentira fácil de contar e difícil de sustentar.

O que isso significa na prática, com honestidade: o que trazemos para um projeto aqui é o que vale para qualquer plataforma, e é a parte que mais decide resultado. Estrutura de catálogo com categoria separada de variação, ficha de produto que responde a dúvida de quem compra, coerência entre o que a loja anuncia e o que ela cobra, e páginas institucionais escritas de verdade. Nada disso é específico de ferramenta.

O que não vamos alegar é experiência acumulada nesse painel específico. Se o seu projeto depende de alguém que já resolveu dezenas de casos particulares dessa plataforma, existe agência especializada nela, e é honesto dizer isso em vez de aprender no seu projeto e cobrar por isso.

Se o que você procura é quem estruture o comércio direito e conduza a montagem, essa conversa é nossa. Se procura especialista de plataforma com histórico, aponte para lá sem constrangimento.

  • Trabalhamos com a plataforma, e não temos loja Tray entregue
  • A única loja que montamos é Nuvemshop, e ainda não subiu
  • O que trazemos é estrutura de comércio, que vale em qualquer painel
  • Quem precisa de especialista da plataforma encontra melhor em outro lugar

Trocar de plataforma é decisão de tráfego, não de gosto

Boa parte de quem procura essa página já tem loja em outro lugar e está incomodado. Vale colocar a decisão na régua certa antes de qualquer orçamento.

O incômodo com o painel atual é motivo fraco. Toda plataforma incomoda em alguma coisa, e a nova vai incomodar em outras, que ainda não são conhecidas. Migrar por irritação costuma trocar um conjunto de limitações por outro, com custo no meio.

Os motivos fortes são objetivos: a plataforma atual impede algo que a operação precisa fazer, o custo dela deixou de fazer sentido para o volume, ou o catálogo cresceu além do que ela comporta. Quando um desses aparece, a conta fecha.

E existe um custo que quase ninguém coloca na conta: o endereço das páginas muda. Loja que já é encontrada na busca acumulou isso ao longo de anos, e migração feita sem planejar redirecionamento derruba tráfego e demora a recuperar. Esse trabalho é técnico, precisa ser planejado antes da troca e não depois, e tem uma página nossa dedicada a ele.

Some a isso o esforço de reconferir catálogo, frete e páginas institucionais no destino, e a migração deixa de parecer um clique. Ela é um projeto, e vale quando o motivo é dos fortes.

Quando a Tray não é a escolha certa

Vale dizer antes de orçar, no mesmo tom que usamos nos outros serviços.

Se a loja está começando, com poucas dezenas de produtos e uma pessoa acumulando funções, a abertura maior não vira vantagem, vira tela a mais para entender. Nesse cenário, plataforma mais simples entrega o mesmo resultado com menos atrito.

Se ninguém do lado de dentro gosta de mexer em sistema, o mesmo raciocínio vale, e com mais força. Ferramenta poderosa operada por quem não quer operá-la é ferramenta subutilizada com custo cheio.

Se o que a empresa precisa não é loja, e sim um site que apresente e leve à conversa, o caminho é o pilar de criação de sites. Produto sob encomenda, orçamento e serviço personalizado quase nunca pedem carrinho.

E se o projeto depende de histórico específico nessa plataforma, já está dito acima: nós não temos, e existe quem tenha.

A conta é sua, e isso não é detalhe

É a condição que combinamos em qualquer projeto, e ela costuma ser descoberta tarde por quem não combinou.

A assinatura da plataforma, os acessos administrativos e o domínio ficam no nome da sua empresa. Não abrimos loja em nome de agência, porque isso transforma uma troca de fornecedor num problema, e às vezes numa negociação constrangedora sobre um ativo que sempre foi do cliente.

Isso vale igual para o restante da operação: conta de anúncio, ferramenta de medição e domínio seguem o mesmo princípio no site inteiro. Quem constrói presta serviço, e quem contrata é dono do que foi construído.

A entrega inclui também o que permite operar sem depender de nós: a árvore de categorias definida, o padrão de cadastro documentado e a orientação para o time seguir sozinho. Loja é operação diária, e depender de fornecedor para cada ajuste é caro e lento.

O que não entra continua sendo o que nunca esteve no escopo: integração com sistema de gestão, canal de marketplace e desenvolvimento além do que a personalização de tema comporta.

  • Assinatura, acessos e domínio no nome da sua empresa
  • Nada de loja aberta em nome de agência
  • Padrão de cadastro documentado, para operar sem depender de nós
  • Fora do escopo: sistema de gestão, marketplace e desenvolvimento pesado

Como conduzimos um projeto nesta plataforma

As decisões de catálogo, entrega e pagamento estão na nossa página geral de loja virtual. O que segue é como o projeto acontece aqui, incluindo o que dizemos antes de aceitar.

  1. Confirmar se a plataforma é mesmo a certa

    Tamanho do catálogo, plano de crescimento e, principalmente, quem vai operar. Quando o perfil aponta para uma ferramenta mais simples, dizemos antes de orçar.

  2. Alinhar o que a nossa bagagem cobre

    Estruturamos comércio, e não temos loja entregue nesta plataforma. Quem precisa de especialista com histórico dela ouve isso de nós logo na primeira conversa.

  3. Deixar assinatura e domínio com você

    Assinatura, acessos e domínio com você desde o primeiro dia. É o que mantém a troca de fornecedor sendo uma decisão simples no futuro.

  4. Montar catálogo com categoria e variação separadas

    A decisão que mais evita retrabalho, e a mais difícil de corrigir com a loja cheia. Vale para qualquer plataforma e é onde mais vemos loja se atrapalhar.

  5. Ativar envio e cobrança dentro do que é nativo

    Com peso e dimensão reais em cada produto, e as condições anunciadas conferidas entre si para a tarja não prometer o que a regra não cumpre.

  6. Personalizar só o que muda venda

    A abertura da plataforma tenta, e cada customização é uma coisa a mais para manter quando ela atualizar. Foto e ficha rendem mais que detalhe de layout.

  7. Revisar antes de subir e documentar o padrão

    Páginas institucionais com texto real, condições coerentes e o padrão de cadastro registrado, para o time seguir sozinho depois da entrega.

Lojas Tray para empresas de São Paulo

A plataforma é brasileira, e isso resolve de forma nativa o que mais atrapalha lojista daqui: cálculo de frete no padrão nacional, meios de pagamento locais e emissão de etiqueta sem depender de solução importada adaptada.

Para operação paulistana que já vende com volume, a proximidade das transportadoras e dos centros de distribuição permite prazos curtos, e prazo curto exibido na ficha de produto é argumento de venda tão forte quanto preço.

Vale também um alerta local: em São Paulo é comum a loja própria conviver com venda em marketplace, e essa combinação muda a escolha de plataforma. É um caminho legítimo e que fica fora do que entregamos, então preferimos apontar antes de o projeto começar.

A Axcali fica em São Paulo, atende empresas da capital e da região metropolitana, e trabalha de forma remota com clientes de todo o Brasil.

  • São Paulo capital
  • Zona Norte
  • Zona Leste
  • Zona Sul
  • Zona Oeste
  • Guarulhos
  • Barueri
  • Grande ABC
  • Região metropolitana

Perguntas frequentes

O que mais perguntam quando a dúvida é entre plataformas.

Tray ou Nuvemshop: qual eu escolho?

Depende menos de recurso e mais de quem vai operar. Uma prioriza simplicidade, com poucas decisões e alguém sem experiência dando conta sozinho. A outra prioriza abertura, comporta catálogo maior e rende melhor quando existe do lado de dentro alguém que gosta de configurar. Loja começando, com poucas dezenas de itens e uma pessoa acumulando funções, costuma se dar melhor com a mais simples. Loja que já vende e vai crescer catálogo encontra menos limite na mais aberta.

Vocês já entregaram alguma loja na Tray?

Não. Trabalhamos com a plataforma como serviço oferecido, e a única loja de e-commerce que montamos até hoje foi na Nuvemshop, e ela ainda não foi ao ar porque falta o cadastro dos produtos. O que trazemos para um projeto aqui é a estrutura de comércio, que vale em qualquer painel: catálogo com categoria separada de variação, ficha que responde dúvida e coerência entre o que a loja anuncia e o que cobra. Se você precisa de especialista com histórico nessa plataforma, existe agência dedicada a ela.

Quanto custa manter uma loja nessa plataforma?

Varia por plano e por volume, e as condições mudam com o tempo, então não publicamos número aqui: qualquer valor escrito hoje estaria desatualizado em pouco tempo e serviria para confundir. O que vale saber é que o custo de plataforma é só uma parte da conta. Some meios de pagamento, aplicativos ou recursos extras, e principalmente o tempo de quem vai operar, que é o custo mais esquecido e costuma ser o maior deles.

Dá para personalizar mais do que em plataformas fechadas?

Dá, e isso tem contrapartida. O ganho é poder mudar estrutura de página, comportamento de listagem e apresentação de produto, o que importa para loja com identidade forte ou com uma forma específica de vender. O custo é que cada personalização precisa continuar funcionando quando a plataforma atualizar, e loja muito customizada fica dependente de quem sabe mantê-la. E existe limite que a abertura não remove: o núcleo de compra continua sendo da plataforma.

Vale a pena migrar minha loja atual para cá?

Só por motivo forte. Incômodo com o painel atual é motivo fraco, porque toda plataforma incomoda em alguma coisa e a nova vai incomodar em outras que você ainda não conhece. Motivos fortes são objetivos: a atual impede algo que a operação precisa, o custo deixou de fazer sentido para o volume, ou o catálogo cresceu além do que ela comporta. E existe o custo escondido: o endereço das páginas muda, e sem planejar redirecionamento o tráfego cai e demora a voltar.

A plataforma integra com marketplace?

Ela tem caminhos para isso, e vale separar duas coisas: isso é característica da plataforma, e não é serviço nosso. Nosso escopo cobre frete e pagamento nativos. Integração com marketplace, com sistema de gestão ou com controle de estoque externo exige fornecedor com conhecimento específico desses sistemas, e quando o caso pede, apontamos em vez de aceitar e entregar mal. Vale resolver isso em paralelo ao projeto, e não descobrir depois de a loja estar no ar.

Preciso de alguém técnico para operar?

Técnico não, mas alguém disposto a mexer sim. Painel com mais opções encurta caminho para quem sabe o que procura e alonga tudo para quem não sabe, porque cada tarefa simples passa por telas com decisões que a pessoa não sabe se precisa tomar. A pergunta que fazemos antes de recomendar plataforma é sobre gente e não sobre recurso: quem opera, quanto tempo por semana, e essa pessoa gosta de mexer em sistema ou apenas tolera?

Minha loja tem milhares de produtos. Ela comporta?

Comporta com mais naturalidade do que plataformas focadas em simplicidade, que apertam conforme o catálogo cresce. Ainda assim, catálogo grande é trabalho grande em qualquer lugar: manter milhares de fichas com foto, medida, peso e preço conferido exige rotina e gente, não só ferramenta. Antes de escolher pela capacidade, vale responder quem vai manter isso atualizado, porque catálogo desatualizado gera pedido de produto sem estoque e desgaste de atendimento.

O que acontece com o meu SEO se eu trocar de plataforma?

Muda o endereço das páginas, e é aí que mora o risco. Loja que já é encontrada acumulou isso ao longo de anos, e migração sem planejamento de redirecionamento derruba tráfego e demora a recuperar. O trabalho precisa ser planejado antes da troca, com o mapeamento de cada endereço antigo para o novo, e não depois de a loja já estar no ar. Tratamos esse tipo de projeto em SEO técnico, e ele entra no cronograma desde o começo.

A loja fica no meu nome ou no da agência?

No seu, sempre. Assinatura da plataforma, acessos administrativos e domínio ficam com a sua empresa, e não abrimos loja em nome de agência. Isso transforma uma eventual troca de fornecedor numa decisão simples em vez de uma negociação constrangedora sobre um ativo que sempre foi seu. Vale a mesma posição que sustentamos para site e conta de anúncio no restante do site: quem constrói presta serviço, e quem contrata é dono.

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