SEO e Tráfego Orgânico
Consultoria de SEO para times internos
Direção sem alguém para executar não vira resultado, vira documento. Consultoria de SEO só faz sentido quando existe quem faça o trabalho do outro lado.
Falar com um especialistaO que é consultoria de SEO?
Consultoria de SEO é acompanhar por dentro um time que executa o próprio trabalho de busca orgânica, dando direção, revisando o que foi feito e respondendo dúvidas conforme elas aparecem. A diferença para os serviços de execução é quem faz: ali a agência mexe no site, aqui quem mexe é o seu time. E a diferença para uma auditoria é o formato: auditoria é um entregável de um momento, com relatório e plano; consultoria é uma relação ao longo do tempo. Ela só produz resultado quando existe alguém do outro lado com tempo e autonomia para executar.
- Para quem serve
- Empresa com quem execute internamente
- A condição
- Alguém com tempo e autonomia para fazer
- O que entrega
- Direção, revisão e decisão de prioridade
- O que não entrega
- A execução, que fica com o seu time
Consultoria só funciona se existir quem execute
Vale começar pela condição, porque ela elimina boa parte dos casos e economiza a conversa.
Consultoria entrega direção. Ela diz o que fazer, em que ordem, e por quê. O que ela não faz é o trabalho, e o trabalho de SEO é volumoso: reescrever páginas, ajustar títulos, corrigir estrutura, produzir conteúdo, acompanhar dados. Se não houver alguém do lado de dentro para transformar direção em ação, o resultado previsível é uma sequência de reuniões produtivas e um site que não muda.
Esse alguém não precisa ser especialista em busca, e é justamente esse o ponto. Uma pessoa de marketing que escreve bem, um desenvolvedor que mexe no site, um sócio que separa algumas horas por semana: qualquer um serve, desde que tenha tempo reservado e autonomia para publicar sem depender de aprovação de três níveis.
A pergunta que fazemos antes de qualquer proposta é essa, e ela é desconfortável de propósito: quem, com nome, vai executar isso, e quantas horas por semana essa pessoa tem? Quando a resposta é vaga, a consultoria não é o serviço certo, e dizemos isso.
Quando existe esse alguém, o arranjo costuma render mais que contratar execução, por um motivo simples: quem está dentro conhece o negócio, escreve com conhecimento de causa e implementa no mesmo dia.
- Direção sem executor produz reunião, não resultado
- Não precisa ser especialista, precisa ter tempo reservado
- Autonomia para publicar importa tanto quanto disponibilidade
- Quando existe quem faça, o time interno costuma render mais
O que muda quando o time é de dentro
Quem executa de dentro joga com vantagens que nenhuma agência tem, e com desvantagens que quase nenhuma empresa reconhece. Vale olhar as duas.
A maior vantagem é conhecimento de causa. A pessoa que atende o cliente sabe as perguntas que ele faz, o vocabulário que ele usa e a objeção que aparece toda vez. Isso produz conteúdo que agência nenhuma escreve sem entrevistar meio time, e é a razão pela qual conteúdo interno bem orientado costuma superar conteúdo terceirizado genérico.
A segunda é velocidade. Publicar não depende de aprovar orçamento, abrir chamado ou entrar na fila de outro cliente. Uma correção pensada na segunda pode estar no ar na terça, e essa diferença de ritmo se acumula ao longo de meses.
A terceira é permanência. O que a pessoa aprende fica na empresa. Ao contrário da contratação de execução, em que o conhecimento vai embora junto com o contrato, aqui a capacidade é construída internamente e continua existindo.
As desvantagens são o espelho disso. Quem está dentro perde a régua externa, não vê o que a concorrência faz, e tende a repetir os mesmos padrões porque nunca precisou compará-los. Além disso, SEO costuma ser a quarta ou quinta prioridade de quem também cuida de redes sociais, e-mail e eventos, e o que não tem prazo cobrado é o primeiro a ser adiado.
O ponto cego de quem está dentro há muito tempo
Esta é a desvantagem que mais custa e a mais difícil de perceber sozinho, porque ela é feita exatamente do que a pessoa não vê.
Quem convive com o site todo dia perde a capacidade de lê-lo como um estranho. O jargão interno vira linguagem natural, a estrutura vira óbvia porque foi você quem montou, e a página que confunde todo visitante parece clara para quem sabe o que ela quer dizer. Não é falta de competência, é familiaridade, e ela é inevitável.
O mesmo acontece com a escolha de termos. Times internos costumam otimizar para as palavras que a empresa usa, e não para as que o cliente digita. A diferença entre o nome técnico de um serviço e o jeito como as pessoas procuram por ele é uma das causas mais comuns de conteúdo bom que não recebe visita.
Há ainda o efeito da ausência de comparação. Quem executa de dentro raramente vê como está o site do concorrente que aparece na frente, e por isso avalia o próprio trabalho contra o próprio passado, e não contra o padrão da disputa. Melhorar em relação a si mesmo e continuar atrás é possível, e é frustrante quando o motivo não é entendido.
É esse ponto cego que uma visão externa resolve, e resolver isso não exige que alguém de fora faça o trabalho. Exige que alguém de fora olhe com frequência e diga o que está passando despercebido.
- Familiaridade impede ler o próprio site como um estranho
- Time interno tende a usar o vocabulário da empresa, não o do cliente
- Sem comparar com quem está na frente, a régua vira o próprio passado
- Visão externa não precisa executar, precisa olhar com frequência
Como isso funciona na Axcali, com honestidade
Aqui vale ser direto sobre o modelo, porque a alternativa seria vender uma prateleira que não existe.
A Axcali é uma operação de execução. O que fazemos todo dia é mexer em site, escrever, corrigir e acompanhar campanha. Consultoria pura, no formato de encontros periódicos em que o cliente executa tudo sozinho, não é um produto que vendemos avulso.
O que acontece de verdade é isto: dentro de projetos, quando existe alguém do lado do cliente que quer aprender e assumir parte do trabalho, a gente orienta. Explicamos o critério em vez de só entregar pronto, revisamos o que a pessoa fez, apontamos o que está indo pelo caminho errado. É consultoria na prática, acontecendo dentro de uma relação que também tem execução.
E existe um precedente disso publicado neste site. Na página de SEO local dizemos que não gerenciamos o Perfil da Empresa no Google, e que o que fazemos ali é diagnosticar e orientar, com a execução ficando com o cliente. É exatamente esse arranjo, aplicado a uma parte específica do trabalho.
Então se o que você procura é alguém que acompanhe o seu time sem tocar em nada, é honesto dizer que esse não é o nosso formato principal, e que provavelmente existe consultor especializado que faz isso melhor. Se o que você procura é execução com transferência de conhecimento, aí é conversa nossa, e a orientação vem junto sem virar linha separada no orçamento.
- A Axcali é operação de execução, não de consultoria avulsa
- A orientação acontece dentro de projetos, quando há quem queira aprender
- O precedente publicado é o Perfil da Empresa no Google, que orientamos e não gerenciamos
- Se você quer só acompanhamento, dizemos que não é o nosso formato
Direção sem execução não é resultado
Vale descrever o desfecho mais comum de consultoria contratada sem as condições, porque ele se repete com uma regularidade quase cômica.
A empresa contrata orientação, participa de algumas reuniões, recebe uma lista de recomendações e sai animada. Nas primeiras semanas alguma coisa anda. Depois entra um mês corrido, a pessoa que ia executar assume outra prioridade, e a lista para. Três meses depois, a conclusão dentro da empresa é que SEO não funciona, quando o que não funcionou foi o arranjo.
O erro raro é contratar consultoria ruim. O erro comum é contratar consultoria sem responder antes quem faz, quando faz, e o que deixa de ser feito para isso caber. Essa última pergunta é a que quase ninguém faz: SEO interno não acontece em tempo extra, ele desloca alguma coisa.
Existe uma variação disso que merece nota, porque parece produtiva. É quando as reuniões continuam acontecendo com regularidade, a conversa é boa, e todo mês se discute o que fazer, mas o site permanece igual. Reunião recorrente sem entrega vira um ritual confortável para os dois lados, e o consultor honesto interrompe isso em vez de faturar mais um mês.
A prevenção é chata e funciona: combinar antes o que será feito até o próximo encontro, com nome e prazo, e tratar o não feito como assunto da reunião seguinte em vez de assunto ignorado.
O que uma consultoria entrega e o que ela não entrega
Vale definir escopo com precisão, porque a palavra consultoria cobre coisas muito diferentes de fornecedor para fornecedor.
Ela entrega direção: o que atacar primeiro, o que ignorar, e o critério por trás de cada escolha. Entrega revisão do que foi feito, que é a parte mais subestimada, porque é onde o time descobre o que estava fazendo por hábito e não por razão. E entrega resposta a dúvida específica no momento em que ela aparece, que é o que mais acelera quem está aprendendo.
Ela também entrega uma coisa difícil de nomear e que costuma ser o maior valor: a decisão de não fazer. Time interno tende a acumular tarefas de uma lista infinita, e alguém de fora dizendo que sete daqueles dez itens não importam devolve semanas de trabalho.
O que ela não entrega é execução. Nenhuma página é reescrita, nenhum ajuste técnico é aplicado, nenhum conteúdo é produzido. Isso precisa estar combinado desde o começo, ou a expectativa se descola e a frustração aparece no segundo mês.
Ela também não entrega garantia de resultado, e por um motivo mais forte do que o de sempre: o resultado depende de execução que não está sob controle de quem orienta. Consultor que promete posição num arranjo em que ele não executa está prometendo o trabalho de outra pessoa.
- Entrega: direção, critério, revisão do que foi feito e resposta a dúvida
- Entrega também a decisão de não fazer, que devolve semanas
- Não entrega execução, e isso precisa estar combinado antes
- Não promete posição, porque quem executa é outro
Quando contratar execução sai mais barato
Vale fazer essa conta antes de decidir, porque a intuição costuma apontar para o lado errado.
Consultoria parece mais barata porque a mensalidade é menor. Só que o custo real inclui as horas da pessoa que vai executar, e essas horas existem e são pagas de qualquer jeito. Quando alguém dedica um dia por semana a SEO, esse dia sai de outra coisa, e o custo disso raramente entra na comparação.
A conta vira a favor da execução terceirizada em três situações. Quando ninguém interno tem tempo real, e o dia por semana é uma ficção otimista. Quando o volume de trabalho é grande e concentrado, como uma correção estrutural que exigiria semanas de alguém aprendendo enquanto faz. E quando o que precisa ser feito é técnico o suficiente para que aprender custe mais do que contratar.
A conta vira a favor do arranjo interno quando o trabalho é contínuo e depende de conhecimento do negócio, principalmente conteúdo. Ninguém de fora escreve sobre o seu setor melhor do que quem vive nele, com orientação certa.
Na prática, o arranjo mais comum e mais eficiente é misto: a parte técnica e estrutural é executada por fora, de uma vez, e a parte contínua de conteúdo fica com o time interno, com orientação. É esse desenho que costuma sair da nossa conversa inicial.
Quando consultoria não é o caminho
Vale dizer antes de orçar, no mesmo tom que usamos nos outros serviços.
Se não existe quem execute, já está dito e é o motivo mais frequente. Nesse caso o que resolve é contratar execução, e insistir em orientação apenas adia a conclusão em alguns meses.
Se o que você precisa é saber o que está errado, e não acompanhamento, isso é auditoria. Um documento com o diagnóstico e o plano priorizado responde melhor e custa menos que uma relação contínua, e muita gente descobre depois da auditoria que nem precisava do acompanhamento.
Se o site tem impedimento técnico grave, orientação não resolve no ritmo necessário. Página que não é indexada precisa de correção, não de direção, e quem vai corrigir precisa de acesso e de conhecimento específico.
E se a expectativa é aprender SEO do zero em algumas sessões, vale ajustar. Orientação acelera muito quem já está executando e erra menos, e não substitui a prática. Quem nunca mexeu no assunto aprende fazendo, com alguém revisando, e isso leva meses e não semanas.
Como a orientação acontece dentro de um projeto
Como não vendemos consultoria avulsa, o que segue descreve como a transferência de conhecimento funciona quando existe alguém do seu lado querendo assumir parte do trabalho.
Identificar quem vai executar
Definimos com nome quem do seu time vai tocar a parte interna e quantas horas por semana isso cabe. Sem essa resposta, o arranjo não se sustenta e preferimos dizer antes.
Separar o que é nosso e o que é de vocês
Combinamos qual parte executamos e qual fica com o time. Normalmente o técnico e o estrutural vêm por fora, e o conteúdo contínuo fica dentro, onde o conhecimento do negócio está.
Explicar o critério, e não só entregar pronto
Quando fazemos algo, mostramos por que fizemos daquele jeito. É o que permite a pessoa repetir a decisão sozinha na próxima vez, em vez de depender de pedir de novo.
Revisar o que o time fez
Olhamos o que foi publicado e apontamos o que está indo pelo caminho errado enquanto ainda dá para corrigir barato. Revisão é onde quem está aprendendo mais avança.
Cortar a lista com regularidade
Ajudamos a decidir o que não fazer, que costuma valer mais que a lista de tarefas. Time interno acumula pendência infinita, e dizer o que ignorar devolve semanas.
Comparar com quem está na frente
Trazemos a régua externa que falta a quem está dentro: o que os concorrentes posicionados fazem e o que está passando despercebido no próprio site.
Combinar o próximo passo com nome e prazo
Toda conversa termina com o que será feito, por quem e até quando. Encontro recorrente sem entrega vira ritual confortável, e preferimos interromper isso a faturar mais um mês.
Projetos em que o conteúdo continua com o cliente
Nos dois, parte do trabalho contínuo ficou do lado de dentro: conteúdo por especialidade na UniDuniTEA e blog próprio na Casa de Aprendizagens. Aparecem sem número porque desempenho de tráfego não prova trabalho de orientação.
Times internos de marketing em São Paulo
São Paulo concentra a maior parte das empresas brasileiras com estrutura interna de marketing, e é onde esse arranjo aparece com mais frequência. Empresa de porte médio daqui costuma ter alguém dedicado a marketing, o que muda a conversa: deixa de ser se vale ter SEO e passa a ser quem faz e com qual apoio.
A rotatividade da área na cidade também pesa nessa decisão, e para os dois lados. Conhecimento que fica dentro da empresa sobrevive à saída de um fornecedor; conhecimento que fica na cabeça de uma pessoa sai junto com ela. Documentar o critério, e não só executar, é o que reduz esse risco.
Há ainda um efeito de custo. Numa praça em que o salário de marketing é dos mais altos do país, as horas do time interno não são de graça, e a comparação entre orientar e executar precisa considerar isso em vez de olhar só a mensalidade.
A Axcali fica em São Paulo, atende empresas da capital e da região metropolitana, e trabalha de forma remota com clientes de todo o Brasil.
- São Paulo capital
- Zona Sul
- Zona Oeste
- Pinheiros
- Itaim Bibi
- Vila Mariana
- Brooklin
- Grande ABC
- Região metropolitana
Perguntas frequentes
O que mais perguntam sobre consultoria e time interno de SEO.
Vocês vendem consultoria de SEO avulsa?
Não como produto separado, e é honesto dizer. A Axcali é uma operação de execução: o que fazemos todo dia é mexer em site, escrever e corrigir. A orientação acontece dentro de projetos, quando existe alguém do lado do cliente que quer aprender e assumir parte do trabalho. Se o que você procura é acompanhamento puro, sem ninguém tocar em nada, esse não é o nosso formato principal e provavelmente existe consultor especializado que faz isso melhor.
Qual a diferença entre consultoria e auditoria de site?
Formato e duração. Auditoria é um entregável de um momento: examina o site, documenta o que está errado e entrega um plano priorizado. Consultoria é uma relação ao longo do tempo, em que alguém acompanha quem está executando, revisa o que foi feito e decide prioridade conforme as coisas mudam. Uma produz o plano, a outra apoia quem toca o plano. Muita empresa descobre, depois da auditoria, que o plano é claro o bastante e o acompanhamento não é necessário.
Preciso de alguém dedicado só a SEO?
Não precisa ser dedicado nem especialista, e precisa ter tempo reservado de verdade. Uma pessoa de marketing que escreve bem, um desenvolvedor que mexe no site ou um sócio com algumas horas por semana resolvem, desde que essas horas existam no calendário e que a pessoa possa publicar sem depender de três aprovações. A pergunta que separa arranjo viável de conversa bonita é quem, com nome, e quantas horas.
Meu time nunca fez SEO. Consultoria resolve?
Acelera bastante e não substitui prática. Quem está começando aprende fazendo, com alguém revisando e apontando o erro enquanto ainda é barato corrigir, e isso leva meses, não semanas. O que costuma funcionar melhor nesse cenário é misto: a parte técnica e estrutural executada por fora, de uma vez, e a parte contínua de conteúdo ficando com o time, com orientação. Assim o resultado não fica esperando a curva de aprendizado.
Sai mais barato orientar meu time do que contratar execução?
A mensalidade sim, o custo total nem sempre. As horas de quem vai executar existem e são pagas de qualquer jeito, e um dia por semana dedicado a SEO sai de outra coisa. A conta vira a favor de terceirizar quando ninguém tem tempo real, quando o volume é grande e concentrado, ou quando o trabalho é técnico o bastante para que aprender custe mais que contratar. Vira a favor do time interno quando o trabalho é contínuo e depende de conhecer o negócio.
Por que meu time não consegue avaliar o próprio trabalho?
Por familiaridade, e não por competência. Quem convive com o site todo dia perde a capacidade de lê-lo como um estranho: o jargão interno vira linguagem natural e a estrutura parece óbvia porque foi você quem montou. Some a isso a ausência de comparação, já que quem executa de dentro raramente olha o site do concorrente posicionado à frente, e passa a avaliar o próprio trabalho contra o próprio passado em vez de contra o padrão da disputa.
Com que frequência as conversas precisam acontecer?
Menos do que se imagina, e com entrega no meio. Encontro semanal sem trabalho executado entre um e outro vira ritual confortável para os dois lados: a conversa é boa, todo mês se discute o que fazer, e o site continua igual. O intervalo certo é o que o time consegue preencher com execução real. Combinar o que será feito até o próximo encontro, com nome e prazo, importa mais que a frequência.
Vocês fazem treinamento para a equipe?
Não vendemos treinamento como produto, com aula e material. O que acontece dentro de projeto é transferência de conhecimento na prática: em vez de só entregar pronto, explicamos o critério por trás de cada decisão, para a pessoa conseguir repetir sozinha na próxima vez. É menos organizado que um curso e costuma render mais, porque acontece sobre o problema real da empresa em vez de sobre exemplo genérico.
Quero uma segunda opinião sobre o que meu time está fazendo. Isso é consultoria?
Isso é mais perto de auditoria, e provavelmente resolve melhor. Segunda opinião é uma avaliação de um momento: olhar o que foi feito, comparar com quem está posicionado e dizer o que está funcionando e o que não está. Vira um documento e não uma relação. Se depois disso ficar claro que o time precisa de acompanhamento contínuo, aí a conversa muda, e normalmente ela é mais fácil com o diagnóstico já na mesa.
O que acontece se o time não executar o combinado?
Vira assunto da conversa seguinte, e não item ignorado. Tarefa não feita quase sempre indica uma de três coisas: a pessoa não teve tempo, não entendeu o suficiente para começar, ou a tarefa era maior do que pareceu. Cada uma pede uma correção diferente, e nenhuma se resolve repetindo a mesma lista. Quando o não feito se repete por meses, o arranjo não é o certo, e é mais honesto dizer isso do que seguir marcando encontro.
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